sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Onda verde
Neste momento, o clube que ia acabar e descer de divisão, enche os estádios ao longo do país. Sabem de quem é que eu estou a falar?
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Ausência de um refugiado político
Como posso explicar esta minha ausência da caverna? Afinal um refugiado político tem que se esconder das bestas quadradas que discutem problemas bicudos em mesas redondas...
Tenho andado muito ocupado: com uma nova abordagem da Linguística: a Linguística Cognitiva. Ando de volta da polissemia da língua portuguesa, das metáforas e das metonímias... Estas novas conceptualizações da linguagem estão a dar comigo em doido... Sim, no meu caso, ainda é possível endoidecer mais...
E quem parece que já estava farto da minha insanidade eram alguns internautas, porque invadiram a privacidade deste indigente blog... Sim, tive a caverna removida durante algum tempo.Para terminar, vou-me tornar um apátrida durante mais algum tempo, ou seja, vou ostracizar-me deste pardieiro.
e já agora para quem visita esta caverna imunda, que não deixe de visitar a gruta contígua, A Perspetiva Eciana. Quem melhor que o Eça para descrever a realidade da nossa estrumeira social, cultural e mental.
E como esta caverna não é isenta: viva ao Sporting... Vamos mudar a bandeira do país que ainda resta, para verde.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Os judeus sofreram várias perseguições ao longo da História. Há quem associe essas perseguições às crises financeiras que hoje fustigam vários países da cristandade, porque os judeus continumam a ser os grandes proprietários da banca mundial. Será que Espanha e Portugal estão hoje a sofrer um castigo divino por terem obrigado os judeus a abjurarem a sua fé mosaica e assim converterem-se de forma compulsiva ao catolicismo?
Nenhum povo poderá ambicionar mais do que estar «Seguro» por um grande líder, comer «Coelho» em todas as refeições das suas férias sem subsídio, divertir-se num piquenique num cenário idílico cheio de «Relvas» e aquecèr-se numa noite de verão com um «Cavaco». E para rematar o repasto em beleza: sentar-se nos «Assentos» inócuos do Tribunal Constitucional.
O Sporting está uma miséria! O Carnide e o Porco estão mais robustos do que nunca devido a essa debilidade verde e branca. O estado sem regras que tem vigorado na selva do futebol português tem contribuido para este status quo, ou seja, uma grande corrupção ... Os jornaleiros cá do burgo são uns vendidos e uns manipuladores de acéfalos desprevenidos. E como O povo luso sofre de hipertrofia identitária revê-se nessas duas agremiações sem princípios.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Hoje está calor, hoje está um sol radioso. Depois de enunciar os dois adjetivos anteriores lembrei-me de o dia de hoje ser uma jornada propícia para ir explorar de forma vadia o que foi a Operação Condor... Digo de forma vadia, porque tenho andado a estudar o grande filósofo Agostinho da Silva. George Agostinho da Silva perfilhava a ideia de uma vivência livre que desse lugar a uma criatividade que não fosse castrada pela sociedade militar em que vivemos, uma autêntica sociedade da produção, em que a nossa profissão é a nossa arma. falei em esmiuçar a Operação Condor e de forma vadia já resvalei para filosofias não utilitaristas. A Operação Condor foi uma etapa de grande violência vivida principalmente nos anos setenta e oitenta nos países sul americanos Agostinho da Silva serve-me de guia filosófico nest post porque ele no tempo salazarista teve que sair de Portugal por se ter recusado a assinar um documento onde declarava não ser comunista, mas ele disse que não era naquela data comunista mas não queria estar impedido em qualquer momento da sua vida ter a liverdade de resolver ser comunista. Chamei à colação Agostinho da Silva para me guiar neste comentário, porque nas ditaduras sul americanas que perpetraram a Operação Condor o objetivo que perseguiam de forma maquiavélica era liquidar tudo o que fosse comunista.
www.lerparaver.com
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Hoje escrevo aqui com o fito de apelar a que as pessoas pesquisem no Youtube acerca de uma temática que é a dos Donos de Portugal. Com esta pesquisa irão aperceber-se de como em Portugal as castas estão bem cristalizadas e até parece que vivemos num autêntico sansara, ou seja, não conseguimos sair da mesma casta, a casta dos intocáveis ou dos párias. Por haver uma tão expressiva similitude entre o status quo vigente em Portugal e o que se vive, ou melhor vegeta, ou ainda melhor, o que se mortifica na Índia é que os pseudo políticos de Portugal andam por aí a magnificar a civilização do Ganges. Sem dúvida que aqui não se consegue romper com o ciclo incessante das reencarnações, aqui ainda não chegou nenhum Sidarta Gautama para nos ajudar a atingir o Nirvana. e de certeza que não será com roedores como cicerones que alcançaremos o moksha de modo a que os párias cheguem ao topo da pirâmide social. Até porque os párias desejam uma pirâmide horizontal e Transformar uma figura geométrica, ou melhor desconfigurar essa figura com um vértice para se transformar numa linha horizontal é façanha que não está ao alcance de qualquer um, mas apenas de um ser com dons de prestidigitador. Sabe-se como os deputados são ilusionistas, mas assim tanto, nem os que têm a capacidade de operar o truqe da multiplicação de moradas no distrito de Santarém e que vivem em Lisboa, mas com esta manigância da multiplicação objetivam apenas mais umas subenções estatais, porque as das viagens fantasmas foram coisa minguada para arrostar estes dias de crise. E esta retórica toda que elenquei anteriormente serviu apenas para sublinhar que ainda hoje vivemos numa autêntica coutada, cuidado aos coelhos deste país que mesmo em zona protegida podem existir ataques às espécies cinegéticas. Os ruidores nunca devem olvidar que até as mais viçosas relvas poderão ser apenas um pretexto para um repasto indigesto. A China ou a Índia com os seus salários miseráveis e as suas condições de vida infra humanas jamais poderão ser paradigma de vida a invejar por qualquer ser humano deste planeta, mesmo seres humanos com vivências quotidianas como os da Somália ou da Eritreia. Finalizo pedindo para substimarem a minha petulância sob a forma de pedantismo que me levou a plasmar neste comentário termos sânscritos, mo meu caracter parlapatão a isso me obrigou.
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